Laranjas de Natal – slideshare descarregável

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Natal nas trincheiras

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A única coisa que separava os dois exércitos, naquela noite fria de Dezembro de 1914, era um pedaço de terra lamacenta chamado Terra de Ninguém. De repente, um cântico rompeu o ar gelado, celebrando o Natal em alemão, e logo um outro
se lhe seguiu, em inglês.
Durante algum tempo, os inimigos deixaram de se guerrear e comportaram-se como amigos. Estima-se que, nesta trégua de Natal não oficial,
participaram cerca de cem mil soldados.
Foi um momento único na história da humanidade. Continuar a ler

Repensar o pensamento, redesenhando fronteiras

amigos Felicia Marshall m

O nosso pensamento, como toda a entidade viva, nasce para se vestir de fronteiras. Desde a mais pequena célula aos organismos maiores, o desenho de toda a criatura pede uma capa, um invólucro separador. A verdade é esta: a vida tem fome de fronteiras. É assim que se passa e não haveria nada a lamentar. Porque essas fronteiras da natureza não servem apenas para fechar. Todas as membranas orgânicas são entidades vivas e permeáveis. São fronteiras feitas para, ao mesmo tempo, delimitar e negociar. O “dentro” e o “fora” trocam-se por turnos. Continuar a ler

Ser mãe aos quinze anos

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Fiquei grávida no fim do nono ano. Foi um choque total. Sabia que teria de enfrentar muitas dificuldades: dar a notícia aos meus pais, decidir se iria adiante com a gravidez, e descobrir que maneira eu e o Ronnie, o pai da criança, tomaríamos conta dela. Como, apesar da inconsciência do nosso comportamento, tinha consciência de que ia precisar de muita ajuda, falei primeiro com a minha mãe. Assim que lhe contei, percebi o quanto a desapontara e o quanto ela se debatia para aceitar a situação e falar dela ao meu pai.

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